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EM FOCO
MediaSis - 15 Anos

Em Maio de 2007 a MediaSis comemorou 15 anos de existência. Um projecto que à partida parecia não ter pernas para andar, tem vindo cada vez mais a tornar-se um projecto de referência para a indústria portuguesa.

 
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domingo, 5 de Setembro de 2010
 
   

SERVIÇO

A garantia do nosso serviço é colocada logo no início da implementação no momento da definição do cronograma de implementação em que a responsabilidade do cliente é, somente, fornecer operadores e informação, sendo da nossa competência implementar mecanismos para o cumprimento das várias fases do cronograma. Estes mecanismos poderão ir desde a importação da informação existente em outros sistemas, passando pela integração com outros produtos de software e em casos necessários pela introdução dos dados relativos à configuração do layout produtivo, sectores, máquinas, operações, e árvores de produto.

A grande mais valia do nosso serviço reflecte-se na nossa experiência na modelação de processos produtivos, pois numa estrutura industrial são estes processos que condicionam muitas vezes o sucesso ou insucesso de um sistema de informação.

Todos sabemos que para analisar e controlar qualquer processo produtivo precisamos de ter em conta 4 fases: Orçamentação, Planeamento, Controlo do Processo e Análise de Custos/Proveitos. Repare que qualquer uma destas fases é de execução transparente, ou seja, facilmente saberemos executar cada uma delas, desde que tenhamos as ferramentas apropriadas. Ora, aqui é que a coisa se complica, porque vai surgir a tendência para achar que a execução destas tarefas depende do processo produtivo a implementar, quando na realidade tal não deveria ser factor de decisão

Factores críticos na modelação de processos produtivos.

Evolução tecnológica: um dos factores que mais prejudica a definição de processos produtivos é sem dúvida a constante evolução tecnológica que faz com que um processo desenvolvido hoje se torne obsoleto em pouco mais de um ano. A evolução tecnológica leva-nos frequentemente a alterar processos de produção de forma leviana sem que haja um estudo rigoroso do custo da aplicação da nova tecnologia.

Manutenção do conhecimento: o factor referido no ponto anterior faz com que a nossa base de dados de conhecimento sobre um determinado processo fique desactualizada e a sua alteração tenha um custo excessivo face à necessidade de colocar o processo em produtivo.

Tempo de Modelação: frequentemente o tempo que demora a desenvolver um modelo para um processo produtivo é demasiado alto para o orçamento apresentado ao cliente. Esta dificuldade é do nosso ponto de vista uma das principais causas da tradicional improdutividade portuguesa.

Indefinição do processo: uma grande parte dos processos produtivos tem um grau de indefinição mais elevado do que aquilo que seria desejável e muitas das decisões são tomadas já em fase de encomenda quando não são mesmo em fase de lançamento em produção.

A nossa experiência de cerca de 15 anos a modelar processos produtivos levou-nos a inventariar estes 4 factores como os factores verdadeiramente críticos para se implementar um sistema de produção. Repare que se o processo informático de suporte à produção não estiver bem modelado nenhuma das 4 fases fundamentais será convenientemente controlada.

A análise destes problemas levou a MediaSis a desenvolver ao longo da sua actividade uma tecnologia de modelação de processos produtivos que incorporou no GPAC, de forma a não ser um instrumento meramente académico. Esta incorporação no GPAC permitiu-nos dotar a ferramenta de uma componente pratica que está testada nos mais diversos sectores de actividade. É esta tecnologia, associada ao nosso serviço de estudo do processo do cliente que transforma o GPAC na poderosa ferramenta de gestão industrial que é.

   
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