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MediaSis - 15 Anos

Em Maio de 2007 a MediaSis comemorou 15 anos de existência. Um projecto que à partida parecia não ter pernas para andar, tem vindo cada vez mais a tornar-se um projecto de referência para a indústria portuguesa.

 
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domingo, 5 de Setembro de 2010
 
   
 
A TECNOLOGIA MIT e o GPACnx 20-1-2007

MediaSis

A MediaSis lança no último trimestre de 2007 o GPACnx (já disponível para clientes que subscreveram o contrato de continuidade)

A MediaSis lança no último trimestre de 2007 o GPACnx (já disponível para clientes que subscreveram o contrato de continuidade). O GPACnx incorpora a mais recente versão da poderosa tecnologia de modelação industrial totalmente concebida pela MediaSis, designada por MIT (Manufacture Integrated Technology).
Esta tecnologia permite a aplicação generalizada de um reduzido número de árvores de produto ao mais diversos artigos a serem produzidos, reduzindo assim o tempo de implementação do GPAC.

MIT(Manufactury Integrated Tecnhology)

MIT (Manufacture Integrated Technology)

Tecnologia para modelação de processos produtivos.

Numa análise superficial poderemos considerar que qualquer negócio é composto por 3 grandes etapas:

1.      Prospecção comercial e processo de venda.

2.      Desenvolvimento em produtivo.

3.      Facturação e integração financeira e contabilística.

Ao analisar as 3 etapas anteriores verificamos que o que torna cada negócio específico é a etapa 2, porque a etapa 1 e 3 são na sua essência iguais independentemente da área de negócio. Facilmente constatamos esta realidade, por análise dos produtos informáticos existentes no mercado capazes de resolver a gestão das etapas 1 e 3. Quanto à etapa nº 2 normalmente é necessário desenvolver um programa específico ou recorrer a um software vertical existente no mercado para o sector de actividade em causa.

Qualquer que seja a solução; o desenvolvimento especifico ou um pacote vertical têm as suas vantagens e desvantagens como iremos analisar mais à frente, queremos no entanto salientar agora, que qualquer das soluções não posiciona o negócio no devido lugar, porque cada vez mais a parte específica do nosso negócio deve ser a mais valorizada, isto é, o negócio deve ser cada vez mais centralizado na etapa 2 em termos de gestão e não na etapa 1 ou 3 como acontece na maioria dos casos. Estamos convencidos que o sucesso das empresas de implementação de sistemas de informação estará cada vez mais, directamente relacionado com a capacidade dos sistemas gerirem a etapa 2 do negócio uma vez que na gestão das etapas 1 e 3 será cada vez mais difícil marcar a diferença.

Voltando à questão da solução temos 3 abordagens possíveis:

1.      Desenvolvimento à medida. Esta abordagem tem como vantagem o facto da solução final poder vir a ser exactamente aquela que precisamos. A desvantagem é que normalmente são soluções de cariz estático e com pouca capacidade evolutiva. Outra desvantagem é o custo de desenvolvimento frequentemente demasiado elevado para se obter uma boa solução.

2.      Pacote vertical. Esta abordagem tem uma vantagem óbvia, que é a incorporação do know-how da própria aplicação no nosso negócio. Existem algumas desvantagens, como a dificuldade de modelar o nosso negócio na aplicação adquirida e o facto de pagarmos funcionalidades que não iremos utilizar.

3.      Modelação de processos produtivos. Sobre esta abordagem falaremos mais tarde, mas ela terá como objectivo anular as desvantagens das abordagens já referidas atrás, mais uma outra inerente a ambas abordagens anteriores que é o facto de ser necessário integrar qualquer uma das soluções com o software de gestão existente. Esta necessidade torna qualquer uma das soluções, presa das decisões de evolução do software de gestão comercial.

Modelação de Processos Produtivos

Todos sabemos que para analisar e controlar qualquer processo produtivo precisamos de ter em conta 4 fases: Orçamentação, Planeamento, Controlo do Processo e Análise de Custos/Proveitos. Repare que qualquer uma destas fases é de execução transparente, ou seja, facilmente saberemos executar cada uma delas, desde que tenhamos as ferramentas apropriadas. Ora, aqui é que a coisa se complica, porque vai surgir a tendência para achar que a execução destas tarefas depende do processo produtivo a implementar, quando na realidade tal não deveria ser factor de decisão.

Por definição podemos dizer que um processo produtivo é o conjunto de tarefas que visa atingir um determinado objectivo. Mas dito desta forma tudo pode ser um processo produtivo:

            . A produção industrial de um móvel

. A produção industrial de uma camisola.

            . A produção industrial de um carro.

            . A implementação de um sistema de informação.

            . A preparação e execução de uma cirurgia num hospital.

            . O desenho e construção de uma casa.

            . O plano de distribuição de uma empresa de logística.

            . A planificação de um voo comercial.

            . Produção de um vinho engarrafado.

            . A elaboração de um folheto numa empresa de artes gráficas.

            . Elaboração de horários de uma escola.

            . A investigação e desenvolvimento de um medicamento.

            . Etc, etc, etc, …

Como podemos ver, em qualquer sector de actividade podemos definir processos produtivos. O que os distingue? Se pensarmos em abstracto verificamos que nada os distingue. Todos são compostos por um conjunto de tarefas a realizar num determinado período de tempo, em que para cada uma dessas tarefas deveremos ter recursos disponíveis, podendo esses recursos serem homens, máquinas, espaço ou material consumível. 

É verdade que o que atrás expusemos parece uma visão simplista de processos produtivos, mas não é menos verdade que a nossa visão está correcta, então o porquê de ser tão difícil, em Portugal particularmente, a implementação e controlo efectivo das 4 fases enumeradas no início deste ponto? Nós temos a resposta que julgamos responder seguramente pelo menos a 90% dos casos: a falta de rigor na modelação do processo produtivo. Esta falta de rigor tem frequentemente haver com a dificuldade de manter actualizada, de forma rigorosa, a informação.

O GPAC incorpora uma poderosa tecnologia de modelação industrial designada por MIT (Manufacture Integrated Technology), capaz de implementar os modelos teóricos de produção, como por exemplo MRPII, JIT, KANBAN, sem com isso perder a capacidade de flexibilização e alteração do modelo produtivo em qualquer altura do processo. As árvores GPAC são compostas por sequências de operações, componentes e consumos, sem qualquer limitação de níveis e com possibilidade de definir interfaces com o utilizador em tempo de processamento. Esta tecnologia permite, por exemplo, criar uma nomenclatura produtiva capaz de ser aplicada a vários artigos em produção, reduzindo, assim, quer o tempo de implementação quer os custos de manutenção da base de dados sempre quer surgirem alterações de layout, artigos ou processos.

O planeamento integrado da produção é um forte argumento do GPAC, abrangendo um largo espectro de funcionalidades: Planeamento de entregas, Necessidades de stocks, ao nível das matérias-primas, subsidiárias ou componentes, Disponibilidade de recursos produtivos (homens/máquina), sendo possível integrar com a Manutenção industrial, e Gestão da subcontratação externa e interna.

O GPAC inclui uma poderosa tecnologia de scripts baseada em SQL capaz de adicionar novas funcionalidades ao programa ou redefinir funcionalidades existentes, criar e gerar automatismos, produzir mapas, gráficos e relatórios de análise e capacitar a integração com outras aplicações. Estes scripts permitem, por exemplo, gerar ordem de compra automática aos fornecedores cujos critérios sejam completamente específicos da estrutura produtiva onde o GPAC está instalado. É possível escrever um script capaz de gerar automaticamente todas as ordens e documentação anexa para satisfação de uma carteira de encomendas ou plano de entregas. Os scripts podem ainda servir de suporte a todo o processo documental da certificação de qualidade, desde os critérios de recepção de mercadoria até ao processo de etiquetagem e expedição, passando por todo processo documental do controlo da produção.

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